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Lucro Real, Presumido ou Simples Nacional: qual regime tributário escolher?

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Tributário24 de junho de 2026

A escolha do regime tributário impacta diretamente o quanto sua empresa paga de impostos todos os meses. Uma escolha equivocada pode significar pagar muito mais do que o necessário — ou enfrentar problemas com o Fisco por optar por um regime inadequado para a realidade do negócio.

Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime simplificado voltado para micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. Ele unifica o pagamento de vários tributos em uma única guia mensal (o DAS), com alíquotas que variam de acordo com o faturamento e o setor de atividade.

É indicado para empresas com margens de lucro menores, poucos funcionários e faturamento dentro do limite estabelecido. A principal vantagem é a simplicidade operacional. A desvantagem é que, em alguns casos, as alíquotas podem ser mais altas do que nos outros regimes.

Lucro Presumido

O Lucro Presumido é um regime em que a Receita Federal presume qual é o lucro da empresa com base em percentuais fixos sobre o faturamento — que variam de 8% a 32% dependendo da atividade. Sobre esse lucro presumido incidem o IRPJ e a CSLL.

É indicado para empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões e margens de lucro reais superiores às presumidas pelo Fisco. Se a empresa lucra mais do que o percentual presumido, paga menos imposto do que pagaria no Lucro Real.

Lucro Real

No Lucro Real, o imposto é calculado sobre o lucro efetivamente apurado pela empresa — receitas menos despesas dedutíveis. É obrigatório para empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões e para determinados setores, como instituições financeiras.

Para empresas com margens de lucro baixas ou que operam com prejuízo em alguns períodos, o Lucro Real pode ser muito vantajoso, pois o imposto é proporcional ao resultado real. Exige, no entanto, uma contabilidade muito mais rigorosa e detalhada.

Como escolher o regime certo

A escolha deve ser feita com base em uma análise que considera: faturamento atual e projetado, margem de lucro, setor de atuação, folha de pagamento, estrutura de custos e perspectivas de crescimento. Não existe um regime universalmente melhor — o ideal depende da realidade específica de cada empresa.

Além disso, a opção pelo regime tributário é feita no início de cada ano e vale para todo o exercício. Por isso, a análise deve ser feita com antecedência e com suporte de um profissional especializado.

Na Pandolfo Consultoria, realizamos esse planejamento tributário com base nos números reais da sua empresa, garantindo que você pague apenas o que é devido — nem mais, nem menos. Entre em contato e agende uma avaliação.

Pandolfo Consultoria — Especialistas em contabilidade e gestão empresarial há mais de 40 anos.

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